Todos os dias, vejo pessoas dizendo que vão empreender e ficar ricos. Empreender depende de três fatores indissociáveis: uma boa ideia competitiva, um adequado e meticuloso planejamento e uma execução disciplinada e primorosa.
Ideias competitivas surgem a cada hora nas cabeças criativas e bem preparadas de muitos jovens em torno do mundo. Cada vez mais, vemos que os projetos são precedidos de planejamento adequado o que ajuda a minimizar a definição do que será necessário e minimizará os riscos e custos da implantação.
Mas talvez o componente mais importante e fundamental para o sucesso é a execução primorosa. Muitas vezes é nesta fase que o negócio patina.
Sucesso é resultado de muito esforço, disciplina e dedicação. Aprendi isto na primeira infância praticando judô. Não acontece nem rápido e nem por acaso. Nos tempos atuais, está chegando e se colocando no mercado uma geração que se acostumou com a rapidez dos resultados.
Não tem culpa, pois nasceram e foram criados num mundo onde a internet, os computadores, o celular tornou a vida mais fácil e rápida de obter as coisas.
Lembro que meu filho e seus amigos tinham verdadeira loucura em passar de fase no videogame e, alguns, usavam de subterfúgios para descobrir um jeito de “pular” etapas.
Na vida real isto é IMPOSSÍVEL!
Sucesso na vida profissional, no empreendimento, na família enfim em tudo é fruto de trabalho, horas acordadas, preocupação intensa, treino e repetição, disciplina para executar o processo, controle e correção de rotas, etc.
Enfim, resultado de um trabalho diário exaustivo e, muitas vezes, chato. Mas imprescindível!
Quando meu filho tinha uns 15 anos, levando ele e um amigo para uma festinha – muitas madrugadas acordado, ser pai dá trabalho, mas recompensa – puxei aquele papo chato de pai tipo “que faculdade pretende fazer”.
Meu filho respondeu que ainda não sabia, mas o amigo, prontamente, respondeu: “Qualquer uma que faça com que eu ganhe 10 mil por mês”. Um primor de objetividade, mas um total desconhecimento de como a vida realmente funciona. Se o foco for só no resultado e não o processo, a chance de dar errado é grande.
Minha geração está começando a deixar o centro do mundo profissional e, aqueles que têm essa vocação, estão ajudando a desenvolver os mais jovens. Faço isso quase que diariamente e tento sempre demonstrar que o resultado depende do processo ser bem feito.
Não tem como chegar lá sem fazer o que tem que ser feito. Não adianta querer ser rápido, não tem como pular fases como no videogame.
Usando a sabedoria de Lia Luft utilizo de uma frase que sintetiza bem a importância de fazer bem o que é necessário: “Até o último suspiro a vida é um processo”.
Todos os dias, vejo pessoas dizendo que vão empreender e ficar ricos. Empreender depende de três fatores indissociáveis: uma boa ideia competitiva, um adequado e meticuloso planejamento e uma execução disciplinada e primorosa.
Ideias competitivas surgem a cada hora nas cabeças criativas e bem preparadas de muitos jovens em torno do mundo. Cada vez mais, vemos que os projetos são precedidos de planejamento adequado o que ajuda a minimizar a definição do que será necessário e minimizará os riscos e custos da implantação.
Mas talvez o componente mais importante e fundamental para o sucesso é a execução primorosa. Muitas vezes é nesta fase que o negócio patina.
Sucesso é resultado de muito esforço, disciplina e dedicação. Aprendi isto na primeira infância praticando judô. Não acontece nem rápido e nem por acaso. Nos tempos atuais, está chegando e se colocando no mercado uma geração que se acostumou com a rapidez dos resultados.
Não tem culpa, pois nasceram e foram criados num mundo onde a internet, os computadores, o celular tornou a vida mais fácil e rápida de obter as coisas.
Lembro que meu filho e seus amigos tinham verdadeira loucura em passar de fase no videogame e, alguns, usavam de subterfúgios para descobrir um jeito de “pular” etapas.
Na vida real isto é IMPOSSÍVEL!
Sucesso na vida profissional, no empreendimento, na família enfim em tudo é fruto de trabalho, horas acordadas, preocupação intensa, treino e repetição, disciplina para executar o processo, controle e correção de rotas, etc.
Enfim, resultado de um trabalho diário exaustivo e, muitas vezes, chato. Mas imprescindível!
Quando meu filho tinha uns 15 anos, levando ele e um amigo para uma festinha – muitas madrugadas acordado, ser pai dá trabalho, mas recompensa – puxei aquele papo chato de pai tipo “que faculdade pretende fazer”.
Meu filho respondeu que ainda não sabia, mas o amigo, prontamente, respondeu: “Qualquer uma que faça com que eu ganhe 10 mil por mês”. Um primor de objetividade, mas um total desconhecimento de como a vida realmente funciona. Se o foco for só no resultado e não o processo, a chance de dar errado é grande.
Minha geração está começando a deixar o centro do mundo profissional e, aqueles que têm essa vocação, estão ajudando a desenvolver os mais jovens. Faço isso quase que diariamente e tento sempre demonstrar que o resultado depende do processo ser bem feito.
Não tem como chegar lá sem fazer o que tem que ser feito. Não adianta querer ser rápido, não tem como pular fases como no videogame.
Usando a sabedoria de Lia Luft utilizo de uma frase que sintetiza bem a importância de fazer bem o que é necessário: “Até o último suspiro a vida é um processo”.
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